Entenda a origem das unhas fracas e quebradiças e aprenda de vez como solucionar esse problema!

Levante a mão quem nunca teve, em algum momento, unhas fracas e quebradiças!! Mais comum do que parece, esse problema atinge um número cada vez mais alto de mulheres. E quem não quer ter as unhas lindas e fortes para desfilar por aí com aquele esmalte maravilhoso?

A causa pode estar ligada desde algo mais “superficial” como o uso de produtos de limpeza, até problemas hormonais mais complexos.

Dentre as causas mais comuns, estão a anemia, problemas de hipo ou hipertireoidismo, doenças dermatológicas (em especial as causadas por fungos), alimentação pobre em nutrientes e vitaminas, uso de produtos de limpeza, hábito de roer as unhas, má circulação e dietas radicais, onde a pessoa perde peso rapidamente.

É importante identificar quais desses fatores podem estar favorecendo esse quadro! Uma consulta com seu dermatologista ou endocrinologista vai ajudar a identificá-los, podendo tratar a causa do problema.

Muitos hábitos podem ser mudados para que tenhamos unhas mais fortes e saudáveis, como por exemplo, fazer uso de luvas de borracha quando for utilizar produtos de limpeza, trocar a acetona pelo removedor de esmaltes ou óleo de banana, deixar as unhas “descansarem” um dia sem esmalte, hidratar as unhas, aplicar sempre uma boa base fortalecedora antes do esmalte e cuidar da sua alimentação, ingerindo sempre alimentos ricos em ferro, vitaminas A, B, C, E, D, zinco e selênio.

Aumentar o consumo de alguns alimentos como leite, ovos, vegetais folhosos escuros (como espinafres, a couve), abacate, batata doce, etc podem deixar suas unhas mais fortes e saudáveis.

Existe ainda a opção de tomar suplementos vitamínicos, porém é importante que o médico peça exames para dosar essas vitaminas e, assim, identificar as necessidades de cada pessoa.

Gostou das dicas? Deixe seu comentário ou pergunta que teremos o prazer em responder. Até a próxima!!

Tudo sobre Sarampo!

Estamos no século XXI e uma doença que já estava praticamente erradicada no país, volta a preocupar a população: o SARAMPO.

A OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), em 2016 certificou o Brasil de   ter eliminado de circulação o vírus do sarampo, porém, atualmente, estamos tendo surtos em algumas regiões do país.

O que é o Sarampo?

É uma doença infecciosa aguda, causada pelo vírus do sarampo que pertence ao gênero Morbillivirus. Considerado uma doença extremamente  contagiosa e que pode ser prevenida pela vacina.

O poder de contágio acaba sendo alto porque o vírus é transmitido de forma direta, ou seja, por meio de secreções expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Pode ser contraída por pessoas de qualquer idade, mas que pode ser prevenida pela vacina. Sua incidência é mais comum em crianças desnutridas e abaixo de 01 anos de idade, mas  também depende muito das condições socioeconômicas, nutricionais, imunitárias, e aquelas que favorecem aglomerações em lugares públicos ou em pequenas residências, além da circulação do vírus na área.

– febre alta, acima de 38,5 ºC;

–  erupções/manchas cutâneas vermelhas (exantema);

– tosse;

– coriza;

– conjuntivite;

– Manchas de Koplik (pequenos pontos brancos que aparecem na mucosa bucal, antecedendo as manchas vermelhas).

– A ocorrência de febre, por mais de 03 dias, após o aparecimento das erupções/manchas de pele, é um sinal de alerta, podendo indicar o aparecimento de complicações, sendo as mais simples: infecções respiratórias, otites, doenças diarreicas e neurológicas.

É durante o período das erupções/manchas na pele que, geralmente, se instalam as complicações sistêmicas, embora a encefalite possa aparecer após o 20º dia.

As complicações do sarampo podem deixar sequelas, tais como: diminuição da capacidade mental, cegueira, surdez e retardo do crescimento. O agravamento da doença pode levar à morte de crianças e adultos.

Além dos sintomas, o diagnóstico é realizado através do exame de sangue que detecta a presença de anticorpos.

Pode ser necessário também a coleta de amostras para a identificação viral, a fim de se conhecer o genótipo do vírus.

O vírus do sarampo também pode ser identificado na urina, nas secreções nasofaringes, no sangue, no líquor ou em tecidos do corpo através de  técnicas específicas.

A conduta para classificar um caso suspeito de sarampo, a partir da interpretação do resultado dos exames sorológicos, tem relação direta com o período quando a amostra foi coletada (oportuna ou tardia).

Muitas vezes também, se faz necessário a realização de exames sorológicos ou algum outro exame específico para se identificar a contaminação pelo vírus do sarampo, por conta de outras doenças que apresentam sintomas muito parecidos, dentre elas Rubéola, Roséola, Dengue, etc

Não existe tratamento específico para o sarampo. É recomendável a administração da vitamina A em crianças acometidas pela doença, a fim de reduzir a ocorrência de casos graves e fatais.

Para os casos sem complicação deve-se manter a hidratação, o suporte nutricional e diminuir a hipertermia. Muitas crianças necessitam de quatro a oito semanas, para recuperar o estado nutricional que apresentavam antes do sarampo. As complicações como diarreia, pneumonia e otite média, devem ser tratadas de acordo com normas e procedimentos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Todo o tratamento deve ser indicado e acompanhado pelo médico e equipe de saúde.

A única maneira de se prevenir contra a doença é com o uso da vacina, já que é praticamente impossível prever as regiões que poderão ter a incidência do vírus e eventualmente o contato com o mesmo.

H1N1 – Proteja-se

 

Inverno é a época mais fria do ano e é justamente nesse período, por conta das baixas temperaturas, que aumenta a incidência de algumas doenças.

A baixa temperatura somada a baixa umidade do ar e a alta concentração de poluentes, acabam deixando o ambiente mais propicio, principalmente, para as doenças do aparelho respiratório, garganta e pele.

Uma das principais doenças que podemos destacar é a Gripe Suína, causada pela cepa de vírus H1N1. É também conhecida como Influenza Tipo A.

De forma geral, os sintomas são bem parecidos com os da gripe comum, porém devemos nos atentar a alguns detalhes importantes. Dependendo do paciente, a cepa do vírus H1N1 pode levar a complicações de saúde mais graves podendo ser fatal.

Febre: Na gripe comum geralmente não chega a 39ºC.

Na H1N1 geralmente ultrapassa os 39º C e tem início súbito.

Dor de Cabeça: Na gripe comum geralmente é moderada.

Na H1N1 geralmente é intensa.

Calafrios: Na gripe comum geralmente são esporádicos.

Na H1N1 geralmente são frequentes.

Cansaço: Na gripe comum geralmente é moderado.

Na H1N1 geralmente é extremo.

Tosse: Na gripe comum costuma ser moderada.

Na H1N1 costuma ser contínua e seca.

Catarro: Na gripe comum costuma ser forte e com congestão nasal.

Na H1N1 costuma ser pouco comum.

Dores Musculares: Na gripe comum costuma ser moderada.

Na H1N1 costuma ser intensa.

Ardência nos Olhos: Na gripe comum costuma ser leve.

Na H1N1 costuma ser intensa.

Acredita-se que a transmissão ocorre da mesma forma que a gripe comum, ou seja, de pessoa para pessoa através das gotículas de saliva, principalmente pela tosse e pelo espirro. Muitas vezes também, pode ser transmitida quando o indivíduo toca em algum objeto infectado e depois coloca a mão na boca, nariz ou olhos.

Até por conta das formas de transmissão, as crianças acabam ficando mais vulneráveis, pois geralmente permanecem a maior parte do tempo em ambientes fechados e as que frequentam creches e escolas acabam tendo contato com mais pessoas e compartilhando brinquedos que podem estar infectados.

– Uma das melhores formas de prevenção é a vacinação, pois o vírus é mutante aparecendo de forma diferente a cada ano. Ela é capaz de promover imunidade durante o período de maior circulação dos vírus influenza reduzindo o risco de formas graves da doença;

– Evitar manter contato muito próximo com pessoas infectadas;

– Manter as mãos sempre higienizadas e evitar de coloca-las na boca, olhos e nariz. Sempre que possível, ter um frasco de álcool em gel para higienização;

– Lavar sempre os brinquedos com água e sabão, principalmente os que são compartilhados por diversas crianças.

– Usar lenços descartáveis para limpeza das secreções nasais e orais. Caso tenha que usar lenço ou fralda de pano, estas devem ser trocadas diariamente;

– Evitar ambientes fechados e aglomerações de pessoas;

– Importante ingerir bastante água, se alimentar bem e repousar. São ações importantes para manter o bom funcionamento do sistema imunológico.

Geralmente o tratamento é feito com o objetivo de aliviar os sintomas e ajudar o organismo a se recuperar, como boa alimentação, ingestão de água e repouso. Na maioria das vezes o tratamento envolve também o uso de medicamentos, por isso é muito importante procurar ajuda médica e/ou se orientar com um farmacêutico.

DENGUE – DO COMBATE À PREVENÇÃO

A dengue é uma doença febril aguda causada por um vírus, sendo um dos principais problemas de saúde pública no mundo. É transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais.

Transmissão:

Para que a dengue ocorra, são necessários três componentes: o vírus que causa a doença (são quatro sorotipos), o mosquito, que transmite o vírus (chamado vetor da doença) e uma pessoa suscetível (que nunca teve contato com o sorotipo de vírus que está sendo transmitido pelo vetor). Do ponto de vista do mosquito, é preciso esclarecer que o Aedes aegypti nem sempre é o “vilão”: nem todos os A. aegypti transmitem a doença, porque nem todos estão infectados com o vírus da dengue. Para que a transmissão da doença aconteça, é preciso que o vetor esteja infectado e infectivo – o que são coisas diferentes. O mosquito fêmea se torna infectado quando suga o sangue de alguém doente, no curto período em que esta pessoa tem várias partículas do vírus circulando em seu sangue. Quanto maior a longevidade média de uma população de mosquitos, maior a chance de que ela possua indivíduos que consigam se tornar infectivos. Portanto quanto maior a disponibilidade de locais para que as fêmeas depositem seus ovos, maior a chance de ter uma população longeva de mosquitos. O mosquito Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem aparência inofensiva, cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. Costuma picar, transmitindo a dengue, nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas quentes, ele pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. Há suspeitas de que alguns ataquem durante a noite. O indivíduo não percebe a picada, pois não dói e nem coça no momento. A fêmea do Aedes aegypti também transmite a febre chikungunya, febre Zika e a febre amarela urbana.

Prevenção:

• Não deixe acumular água em pneus, calhas e lajes

• Não deixe acumular água em recipientes, lonas e brinquedos

• Elimine os pratos dos vasos com plantas

• Caixa d’agua sempre fechada com tampas e telas

fontes: tuasaude.com, .combateaedes.saude.gov.br, www.ioc.fiocruz.br, www.communitor.com.br

Janeiro Branco – Mês de apoio a Saúde Mental

No mês de janeiro, levantamos a bandeira para o assunto de Saúde Mental. Em um mundo de constantes transformações, onde tudo acontece rapidamente, normalmente com o uso de tecnologias “online” que são inquestionavelmente benéficas, mas que também podem gerar medos, angustia, frustrações, devido a um modelo de relações interpessoais criado a partir delas, notamos que tais mudanças impactam diretamente na nossa saúde cognitiva.

Recentemente lançado, o filme Bird Box, que traz como tema de fundo a angustia e a depressão – diagnósticos que têm crescido exponencialmente em todo o mundo, assim como os casos de suicídio – mostra a necessidade de discutir sobre o assunto. No Brasil, os números de casos de suicídio são preocupantes. De acordo com o Ministério da Saúde as regiões Sudeste e Sul do país lideram o ranking de casos de suicídio. A faixa etária com maiores índices se concentra dos 14 aos 39 anos. Não há um consenso sobre o que tem causado este aumento nos diagnósticos de depressão, ansiedade e ocorrências de suicídio, mas é possível suscitar hipóteses tais como o ritmo e o estilo de vida da sociedade atual.

A sobrecarga de compromissos e exigências variadas às quais submetemos as crianças desde cedo, na infância, como por exemplo, uma agenda recheada de atividades extracurriculares, escolas em período integral, sempre acompanhada de uma cobrança incessante por desempenho, aliado à utilização, por elas mesmas, de muitas “telas” como celulares, tablets, computadores, jogos virtuais, acabam por provocar nelas não somente um esgotamento mental, mas também comportamentos agressivo e consequentemente baixo limite a frustração, visto que a todo momento estão envolvidos com algo: informações, jogos, distanciando-as do contato consigo, mais especificamente, do tédio. Esse distanciamento, longe de ser integralmente benéfico, limita a capacidade das crianças de sentir e suportar aquilo que não as agrada.

Não somente as crianças que vivem nesse ritmo e estilo de vida frenético e baseado em telas. Os jovens e adultos também vivem dessa forma e estão profundamente imersos na vida online, conectados o tempo todo, seja no trabalho, na casa, durante o lazer, vejamos os conceitos modernos como a “internet das coisas”. Concomitantemente ao aprendizado e usufruindo das novas tecnologias criamos uma necessidade de imediatez, tudo precisa ser rápido, inclusive o contato com o outro.

Assim como as crianças deixaram de brincar nas ruas, playgrounds, parques e demais locais, o que inexoravelmente impede-as de desenvolver inúmeras capacidades cognitivas, os adultos também deixaram de praticar o ócio, de contemplar o horizonte, de se permitir ficar consigo e com isso refletir sobre os momentos vividos, seus sentimentos, emoções e pensamentos. E o mais importante: suportá-los. A isso chamamos de “Resiliência Mental”, ela traz uma qualidade cognitiva ultrapessoal.

Saúde mental não é ausência de sentimentos como tristeza ou frustração, mas sim é a consciência e habilidade para caminhar por uma floresta onde não existem apenas belos caminhos, mas travessias sombrias e difíceis. Durante a caminhada haverá o desenvolvimento de uma sólida resiliência para os caminhos que ainda virão, sejam eles agradáveis ou não.

E como podemos promover a saúde mental? Com a propagação da informação, com a compreensão de que podemos pedir ajuda nos momentos da caminhada em que tudo parece nebuloso. É preciso reconhecer que temos limites e, a partir disso, solicitar auxílio.

Vanessa Cristina Dalaneze

Pós Graduanda no curso de Terapia Coginitivo-Comportamental pelo CBI of Miami;

Pós Graduada em Gestão de Pessoas e Desenvolvimento de Capital Humano pela UNIMEP;

Bacharel em Psicologia pela Universidade Paulista;

Extensão em Avalição Psicológica pelo Departamento de Psiquiatria da UNICAMP;

Membro da equipe do Projeto de Pesquisa “Avaliação e seguimento de pacientes com declínio cognitivo sem demência” da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Pesquisador responsável: Lucas Francisco Botequio Mella;

Curso de extensão “Alerta a Riscos de Saúde Mental decorrentes do uso de redes sociais e smartphones”. Programa Jovem Doutor – USP

Dezembro Laranja – Mês de prevenção e combate ao câncer de pele

O que é o câncer de pele?

É uma doença que ocorre pelo desenvolvimento anormal das células da pele. Elas multiplicam- se repetidamente até formarem um tumor maligno.

Principais fatores de risco para desenvolver Câncer de Pele:

Histórico familiar de Câncer de Pele. Pessoas de pele e olhos claros, com cabelos ruivos ou loiros. Pessoas que trabalham frequentemente expostas ao sol sem proteção adequada. Exposição prolongada e repetida ao sol na infância e adolescência.

Que sinais de alerta devem ser procurados?

Manchas que coçam, ardem, escamam ou sangram. Sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor. Feridas que não cicatrizam em quatro semanas. Mudança na textura da pele ou dor.

*Características pela Regra ABCD

Como deve ser feito o autoexame da pele?

• Em frente a um espelho, com os braços levantados, examine seu corpo de frente, de costas e dos lados direito e esquerdo;

• Dobre os cotovelos e observe cuidadosamente as mãos, antebraços, braços e axilas;

• Examine as partes da frente, de trás e dos lados das pernas, além da região genital;

• Sentado, examine atentamente a planta e o peito dos pés, assim como os espaços entre os dedos;

• Com o auxílio de um espelho de mão e de uma escova ou secador, examine o couro cabeludo, pescoço e orelhas.

Como prevenir o câncer de pele

• Evite exposição prolongada ao sol entre 10 e 16h, pois nesse horário a quantidade de raios ultravioletas nocivos à pele é maior;

• Muitas pessoas não sabem, mas as luzes artificias (conhecida como luz visível), também danificam a pele, já que alteram o seu dna (assim como o sol, provocando manchas e envelhecimento precoce). Se comparado ao sol, seus efeitos não são tão nocivos, porem o cuidado se faz necessário. Nesses casos é indicado associar o filtro solar ao uso de bases com FPS acima de 30, garantindo uma barreira física contra a luminosidade;

• Caso não fique exposto diretamente ao sol, a sugestão é passar o filtro solar 2 vezes ao dia (cedo e após o almoço), nas áreas expostas ao sol e luz artificial, como rosto, mãos, braços, colo, etc.;

• Proteja-se de superfícies refletoras como areia, concreto e água, que fazem os raios ultravioletas atingirem indiretamente a pele;

• Procure lugares com sombra;

• Caso trabalhe ao ar livre, vista camisas de manga longa e calça comprida e sempre que possível evite trabalhar nas horas mais quentes do dia. Nestes casos de exposição direta ao sol, é aconselhado aplicar o filtro solar a cada 2 horas ou após transpiração excessiva;

• Proteja- se também nos dias nublados;

• Use sempre proteção adequada como bonés ou chapéus de abas largas, óculos escuros, barraca ou Guarda Sol;

• Se possui pele clara, deve utilizar o filtro solar com fator de proteção solar (FPS) 30 ou mais. Peles morenas garantem proteção com (FPS) acima de 20. Existem filtros específicos para a proteção do corpo e também do rosto (que requer uma barreira mais intensa).

fonte: www.crfsp.org.br

DST / AIDS – Doenças Sexualmente Transmissíveis

É um  grupo de doenças transmitidas sexualmente, anteriormente conhecidas como doenças venéreas.

DSTs mais conhecidas: Sífilis, Gonorréia, Cancro Mole, Herpes, AIDS, Candidíase Vaginal, HPV e Hepatite.

Principais Sinais e Sintomas: Verrugas , Feridas, Bolhas, Corrimentos, Coceira nos órgãos genitais, Ínguas (caroços), dor durante a relação sexual e ardor ao urinar.

No aparecimento de qualquer um desses sintomas , procure o serviço de saúde.

O que é AIDS?

A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é um conjunto de sintomas que indica a ineficiência da capacidade de defesa do organismo contra doenças. Destruição em massa dos linfócitos (células de defesa).

O vírus que causa a AIDS é o HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana). Ele destrói as células de defesa do organismo, deixando o indivíduo sujeito a várias doenças e infecções que podem levar a morte.

Nem todas as pessoas que têm HIV vão, necessariamente, desenvolver Aids ao longo da vida.

Disque DST/AIDS: 0800 162550 (Segunda a Sexta-Feira, das 08h às 18h)

Sintomas

Algumas semanas depois da infecção pelo HIV, podem ocorrer sintomas semelhantes aos da gripe, como febre, dor de garganta e fadiga. A doença costuma ser assintomática até evoluir para AIDS. Os sintomas da AIDS incluem perda de peso, febre ou sudorese noturna, fadiga e infecções recorrentes.

Não existe cura para a AIDS, mas uma adesão estrita aos regimes antirretrovirais (ARVs) pode retardar significativamente o progresso da doença, bem como prevenir infecções secundárias e complicações.

Prevenção sem Preconceito

AIDS – Assim se pega

• Compartilhar Seringas

• Aleitamento por mulheres com HIV

• SEXO  Sem Camisinha

• Durante a gravidez ou parto (da mãe infectada para o filho) Cuidados com exame pré-natal podem reduzir o risco de adquirir a doença.

• Instrumentos não esterilizados (aparelhos de manicure, ferramentas médicas, odontológicas e tatuagens)

AIDS – Assim NÃO pega

• Usando Camisinha

• Abraço e aperto de mãos

• Pelo Ar

• Doação de Sangue

• Picadas de Insetos

• Talheres, pratos e copos

• Piscina

• Banheiro, Sabonete e Toalhas

• Assentos de Ônibus

• Suor, saliva, lágrimas, tosse ou espirro

TRANSTORNOS ALIMENTARES

Muitas pessoas quando se olham no espelho, não estão satisfeitas com aquilo que veem, mesmo que, embora, pessoas ao redor delas afirmem que está ótima, fisicamente. Nossa imagem corporal muitas vezes é distorcida da realidade, pelo fato de associarmos à ela aspectos idealizados ou patológicos, refletindo dificuldades para aceitar o próprio corpo, desencadeando conflitos entre o que se é e o que se deseja ser, o que se pode ser e o que se crê que os outros querem que seja. Com isso, a tendência é negar a própria imagem e consequentemente a distorção do processo de identificação.

Quando falamos de transtornos alimentares, os que nos vem facilmente a mente são a compulsão alimentar, anorexia e bulimia. Hoje iremos conversar um pouco sobre eles. Lembrando que existem outros tipos de transtornos alimentares, além desses citados aqui.

A compulsão alimentar é composta por episódios de “ataques de comer”, onde a pessoa ingere grande quantidade de comida, num curto espaço de tempo, com falta de controle sobre o que e quanto se come. Na maioria das vezes, essas pessoas não querem serem vistas comendo e a primeira sensação que têm ao ingerir a comida é boa, mas dura pouco, sendo seguida pela culpa, autodepreciação, constrangimento e até depressão. A busca desse “alivio” através da comida, na maioria das vezes está associada à quadros de ansiedade, tensão, baixa autoestima, depressão, dificuldades nos relacionamentos interpessoais e também por dietas muito restritivas. O compulsivo come por qualquer emoção forte.

Nesse transtorno, é importante o paciente passar por avaliação física e psicológica, tendo um acompanhamento /tratamento adequado.

No caso da anorexia, os estudos evidenciam que é predominante em mulheres, existindo dois picos de incidência: aos 14 e 17 anos. Um modelo bastante aceito pelos estudiosos é de que a etiologia da anorexia é multifatorial, ou seja, engloba fatores biológicos, psicológicos e sociais.

A pessoa apresenta acentuado medo de engordar e aos poucos vai se dedicando cada vez mais a dietas, peso, exercícios e forma corporal. Isso fará com que restrinja seu campo de interesses, contribuindo para um isolamento social. Também apresenta perda de peso progressiva e constante. As alterações de percepção da própria imagem são, com frequência, distorcidas e irreais.

Esse transtorno abre caminho para inúmeros problemas de saúde, tais como anemia, alterações endócrinas, osteoporose, dentre outros. Há grande incidência da associação da anorexia com transtornos psiquiátricos, principalmente os transtornos de humor, de ansiedade e de personalidade. As formas mais precoces de transtornos alimentares possuem associação importante com comportamentos obsessivos e sintomas depressivos. A pessoa pode se recusar a comer, alegando náuseas, dor abdominal, perda de apetite, incapacidade para engolir, etc.

A base para o tratamento da Anorexia envolve uma equipe multiprofissional, como médicos, psicólogos e nutricionistas. A prescrição de medicação poderá ser indicada, de acordo com a avaliação médica.

Na Bulimia, o predomínio é em mulheres jovens e adolescentes, relacionado à fatores de ordem biopsicossocial. O principal sintoma é a compulsão alimentar, que gradativamente vai ocorrer em situações geradoras de sentimentos negativos, como ex: frustração, tristeza, ansiedade, solidão, etc. Neste transtorno, a pessoa ingeri uma quantidade de comida exagerada, se compararmos alguém comendo em condições normais. Há uma sensação de falta de controle sobre seu próprio comportamento, acompanhados por sentimentos de vergonha, culpa e desejos de autopunição.

O método compensatório usado por essas pessoas é, em 90% dos casos, a indução do vômito, promovendo um “alivio” imediato. Estudos apontam que parece haver relação entre transtornos de humor e de ansiedade, em pacientes com Bulimia. Na maioria dos casos os pacientes conseguem, nesse transtorno, manter seu peso dentro do limite de normalidade. Aqui também é indicado um tratamento multiprofissional.

Precisamos começar a ser sujeitos ativos de nossa vida e disso fazem parte nossas escolhas e comportamentos.  O mundo está aí, recheado de ideias e padrões a serem seguidos, onde àqueles que não se enquadram no perfil estipulado por nossa sociedade consumista estão fadados a se sentirem excluídos. Estes sentimentos desencadeiam inúmeros problemas físicos e emocionais. Nesse sentido, a psicoterapia é uma aliada pois nos permite o autoconhecimento, dando novo sentido e significado à questões que, anteriormente, nos tornavam prisioneiros de nós mesmos.

Atenção aos pés do Diabético

Se você sofre de Diabetes, poderá ter má circulação e perda de sensibilidade nos pés, o que significa que existe um risco maior de seus pés ficarem infectados. Os cuidados apropriados podem prevenir a infecção, então vamos conhece-los!

Como partes vivas do seu corpo, seus pés precisam de um suprimento constante de sangue e energia, suas artérias trazem sangue oxigenado, alimentando a energia para seus pés, e as veias levam de volta o sangue usado juntamente com os materiais de desgaste. Você deverá aprender observar os sinais de má circulação e perda de sensibilidade, como por exemplo: pele seca e escamosa ou brilhante, ausência de crescimento de pelo nas pernas, pés com coloração pálida ou azulada, surgimento frequente de rachaduras nos calcanhares e entre os dedos, cãibras nas pernas ao caminhar ou em repouso, formigamento, dor ou dormência nas pernas ou pés e surgimento de calosidade nos pontos de pressão.

 

 

PILATES É ALONGAMENTO? PILATES É FISIOTERAPIA?

Tudo sobre o Método Pilates

Essas são perguntas que as pessoas me fazem. O que de fato é o pilates?

Pilates é um método de exercícios físicos que trabalha força muscular e alongamento utilizando o peso do próprio corpo em sua execução.

Trabalha vários grupos musculares ao mesmo tempo, através de movimentos suaves e contínuos, enfatizando a concentração, o fortalecimento e estabilização dos músculos centrais do corpo (abdômen, coluna e pelve).

O equilíbrio do corpo é prioridade neste método para que nenhum grupo muscular fique sobrecarregado assim o corpo trabalha de forma mais eficiente nas atividades do dia a dia e até na prática esportiva.

Foi criado pelo homem que levava seu nome Joseph Hubertus Pilates (1880-1967).

Joseph foi uma criança muito doente (teve asma, raquitismo e febre reumática). Influenciado por seu pai um ginasta premiado e por sua mãe uma naturopata, ele acreditava que sua má postura e respiração ineficiente eram as causas de seus problemas de saúde.

Passou a aprofundar seus conhecimentos em anatomia, medicina tradicional chinesa entre outras, e a praticar várias atividades físicas como musculação, yoga, boxe, mergulho, kung fu e a ginástica que foram base para o desenvolvimento dos exercícios que levam seu nome até hoje.

A princípio o método levava o nome de contrologia. Somente após a primeira guerra mundial passou a levar o nome de Pilates. Joseph foi prisioneiro de guerra e passou a utilizar as molas das camas da enfermaria   do presídio onde ficou para praticar os exercícios e ensinar aos seus colegas presos. As camas e objetos da enfermaria serviram de inspiração para depois desenvolver os aparelhos que até hoje são utilizados nas aulas.

Existem alguns fundamentos que são utilizados em todas as aulas de pilates e que fazem toda a diferença ao método. São eles: Respiração, Centralização, Concentração, Precisão, Controle e Fluidez

Os principais benefícios para a saúde são:

→ Aumento da força muscular;

→ Crescimento da flexibilidade;

→ Melhora da circulação sanguínea;

→ Redução do estresse e fadiga;

→ Melhora do condicionamento físico;

→ Melhora da postura;

→ Melhora da respiração;

→ Aumento da concentração;

→ Melhora da coordenação motora.

E qualquer pessoa pode praticar!!! Homem ou mulher (atletas e sedentários, grávidas, crianças e adolescentes, terceira idade com ou sem patologias). Passando por uma avaliação com o profissional que vai adequar a aula de acordo com a necessidade de cada um.